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sábado, 4 de setembro de 2010

Europa 2010: Londres

Depois de uma baladinha dentro do albergue, Dandan, Ronald e eu estamos falando sobre o albergue e os brasileiros que encontramos na viagem.

Europa 2010 - Londres - 03/09/2010 - Podcast 01 by fcapell


Falando sobre as diferenças entre os banheiros da Europa e os do Brasil.

Europa 2010 - Londres - 03/09/2010 - Podcast 03 by fcapell


O vídeo a seguir mostra um trecho da caminhada do Pub Crawl. É como um "passeio guiado". Você encontra os guias num bar, paga um ingresso (uma fita colada no pulso). Essa galera toda vai para outro bar caminhando. No total são cinco bares, nos quais você tem direito a uma dose (a dose é diferente em cada bar) e compra duas cervejas pelo preço de uma. Nesse vídeo estamos indo do segundo para o terceiro bar: depois do "corta" eu me dei conta de havia me perdido dos guias :-)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Europa 2010: Paris

Estamos esperando o metrô na estação Parmentier. Nós tínhamos passeado pela cidade e paramos próximo a essa estação para beber. Na ocasião desses podcasts, tínhamos bebido e estávamos aguardando o trem para irmos embora.

Europa 2010 - Paris - 29/08/2010 - Podcast 01 by fcapell

Europa 2010 - Paris - 29/08/2010 - Podcast 02 by fcapell

Europa 2010 - Paris - 29/08/2010 - Podcast 03 by fcapell

Europa 2010 - Paris - 29/08/2010 - Podcast 04 by fcapell



Dentro do metrô, aparece alguém para cantar uma linda canção.

Europa 2010 - Paris - 29/08/2010 - Podcast 07 by fcapell

Europa 2010: Interlaken

Trem de Interlaken para Basel. Estávamos a caminho de Paris e tínhamos de fazer algumas baldeações. Dandan, Ronald e eu estamos falando sobre a ida para Paris.

Europa 2010 - Interlaken - 28/08/2010 - Podcast 01 by fcapell

terça-feira, 24 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Europa 2010: Praga

Chegada em Praga. Daniel e eu estamos no quarto do albergue, conversando sobre os primeiros acontecimentos durante a chegada e nossas primeiras impressões.

Europa 2010 - Praga - 16/08/2010 - Podcast 01 by fcapell


No dia seguinte, num restaurante chinês, estamos nós quatro esperando pelo almoço e falando sobre um passeio guiado que pretendíamos fazer.

Europa 2010 - Praga - 17/08/2010 - Podcast 02 by fcapell


Depois do restaurante chinês, fizemos vários passeios por nossa conta (desistimos do passeio guiado). Antes de voltarmos pro albergue, paramos tomar umas brejas.

Europa 2010 - Praga - 17/08/2010 - Podcast 03 by fcapell


Já no albergue, Ronald, Dandan e eu estamos falando sobre o segundo dia em Praga.

Europa 2010 - Praga - 17/08/2010 - Podcast 04 by fcapell


Lá de cima do Relógio Astronômico, de hora em hora até às 21h, toca a corneta.



Na Ponte Carlos, toca uma "Big Band".

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Europa 2010: Hannover

No trajeto Amsterdam-Hannover pegamos dois trens, ambos muito confortáveis. Como compramos o Eurail Pass, fomos na primeira classe (há segunda classe também). Em alguns trens há cabines com seis poltronas cada, onde é possível reclinar os bancos (se não tiver ninguém no banco da sua frente, pode recliná-lo e improvisar uma cama. Além disso, há tomadas para usar o notebook, por exemplo.

Trem - Amsterdam/Hannover

Trem - Amsterdam/Hannover

O hotel onde nos hospedamos fica muito próximo de uma estação de metrô. Na estação há máquinas onde você compra os bilhetes. Mas haviam diversas opções e como não sabíamos qual era a correta para nós, tivemos um pouco de dificuldade para descobrir. Depois que conseguimos comprar, notamos que não há catraca nem qualquer tipo de mecanismo que condicione a entrada àqueles que compraram bilhete. Dentro do metrô, ninguém pediu para ver nossos bilhetes. E, no fim das contas, mais tarde descobrimos que com o Eurail Pass não precisaríamos comprar os bilhetes (pelo menos, não para aquela linha). Então, aqui vai outra dica: leia com atenção seu manual do Eurail Pass!

Se por um lado gastamos dinheiro à toa comprando passes de metrô, logo em seguida fomos, de certa forma, reembolsados. Chegando no hotel a recepcionista disse que nossos quartos, por algum motivo, já estavam ocupados e que ficaríamos em suítes (a princípio, ficaríamos em quartos mais baratos e utilizaríamos banheiros compartilhados).

Hannover - Hotel em que ficamos

Depois de nos acomodarmos, saímos pra comer. Bem em frente ao hotel havia um restaurante grego (a propósito, em Hannover vimos restaurantes gregos tanto quanto vimos restaurantes argentinos em Amsterdam). Não levou muito tempo para eu me surpreender com a hospitalidade! Enquanto tentávamos decifrar o cardápio alemão, um cara sai de dentro do restaurante dizendo que eles tinham um em inglês. Problema resolvido: satisfeitos com a comida e com o atendimento, voltamos para o hotel e por lá ficamos. Não tínhamos ânsia de explorar Hannover, afinal, o motivo de estarmos lá era o evento do dia seguinte: o show do U2!

No dia do show, pela manhã, fomos numa loja de eletrônicos para dar uma olhadinha nas bugigangas... E essa olhadinha me custou um HD externo, um pendrive e um gravador (o qual tenho utilizado para fazer uns podcasts aqui no blog). Em seguida, voltamos para o hotel para guardar as compras: não lembro a hora exata, mas era hora de almoçar. Resolvemos que após o almoço iríamos direto para o estádio, sem fazer outra parada no hotel. O show estava programado para começar às 19h, com Kasabian fazendo a abertura.

Fomos caminhando e dando uma olhada para encontrar algum lugar para comer. Estávamos com tanta fome que paramos próximo ao hotel, num pequeno bistrô (no cardápio afixado na janela dizia "Bistro Maria / Papa Enzo"). Perguntamos se havia um cardápio em inglês: não tinha. Perguntamos ao senhor que nos atendeu se ele falava inglês. Ele respondeu yes e creio que essa era uma das 15 palavras em inglês que ele disse. De qualquer forma, não dava para recusar o convite de almoço depois do empenho que ele fez para nos explicar de que eram feitos os pratos. Novamente eu me surpreendi com a receptividade, dessa vez posta em prática pelo hospitaleiro "Papa Enzo".

Mais uma vez satisfeitos, seguimos rumo ao AWD Arena. Como tínhamos tempo de sobra, resolvemos ir caminhando e conhecendo a cidade, que parecia muito tranquila. Tínhamos tempo e tranquilidade ao ponto de, no meio do caminho, pararmos num parque e eu tirar um cochilo.

Hannover - caminhando rumo ao estádio
Hannover - ótimo parque para um cochilo

Chegamos ao estádio por volta das 17h e os portões já estavam abertos. Entramos e testemunhamos a pista e as arquibancadas serem, pouco a pouco, completamente preenchidas.



Há vários anos o U2 é famoso por suas grandes produções. Esse palco da turnê U2 360º é impressionante! A banda (exceto o baterista, obviamente) caminha pela passarela circular, de forma que qualquer pessoa do estádio, em algum momento, verá os caras frente-a-frente.

Hannover - AWD Arena - Show do U2
Hannover - AWD Arena - Show do U2
Hannover - AWD Arena - Show do U2

Ficamos com medo de levar câmeras pois dizia no ingresso que não era permitido fotografar. No entanto, notamos que muitos foram mais valentes que nós e, assim, foram merecedores de fotos e vídeos com resoluções muito melhores que as do celular do Ronald. Mas quando o U2 começa a tocar, a última coisa em que você pensa é na qualidade da foto, porque o show é do caralho! Até tentei segurar minha empolgação em meio aos comportados alemães à minha volta, mas após o primeiro "uuu-hhuuuuuuuuuuuuu" eu não me preocupei mais com isso. Ronald, campeão san-miguelense de air drums fez alguns arregalarem os olhos com seus movimentos. Nada indecente ou pecaminoso, mas acho que eles não esperavam por isso. Assim como eu não esperava por mais uma demonstração de hospitalidade. Após a primeira ou segunda música, o Bono começou a falar e, simultaneamente, o telão exibia algo escrito em alemão (provavelmente uma legenda). Ronald, para tirar um sarro, perguntou se eu estava entendendo o que estava escrito: fiz um gesto que indicava que eu não fazia a mínima ideia. Uma mulher do meu lado me perguntou, em inglês, se eu conseguia ler os dizeres do telão. Respondi que não e ela se ofereceu para explicar. Hein? Foi quase um afago de tão gentil!

Na saída do estádio, paramos pra tomar umas brejas e comer o famoso pão com salsicha, chamado bratwurst, o que proporcionou um efeito semelhante ao da mamadeira para um bebê: dormimos como anjinhos! Na manhã do dia seguinte, fomos para a estação central pegar o trem para Berlin.

Hannover e show do U2: checked!

domingo, 15 de agosto de 2010

Europa 2010: Berlim

Narração da chegada ao Meininger, o albergue em que ficamos em Berlim.

Europa 2010 - Chegando no albergue em Berlim (Meininger) by fcapell



Dia 15/ago: estamos no albergue, decidindo nossos passeios do dia.

Berlin - 15/08/2010 - Podcast 01 by fcapell


Vídeo-cassetada no Estádio Olímpico. Eu levei uma mini-bola para bater um "fute" em frente ao estádio.




Ainda no dia 15, Daniel, Ronald e eu estamos na Potsdamer Platz tomando uma breja, comendo bratwurst e avaliando nosso dia.

Berlin - 15/08/2010 - Podcast 02 by fcapell



Manhã do último dia em Berlin. Na estação central, prestes a pegar o trem para Praga.
Europa 2010 - Berlin - 16/08/2010 - Podcast 01 by fcapell

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Europa 2010: Amsterdam

Quando meus amigos e eu falamos pela primeira vez sobre essa viagem, em Dezembro do ano passado, eu não fazia ideia de que o tempo passaria tão rápido. Depois de muitas conversas definimos o roteiro, compramos passagens e bilhetes de trem, pesquisamos sobre os passeios e até sobre as temperaturas das cidades: ainda assim, parecia que faltava muito tempo. E mesmo no dia em que embarcamos a impressão que eu tinha era de que aquilo aconteceria num futuro... Um futuro do tipo "um dia" irei pra Europa.

Aeroporto de Schipol

Bom, acho que posso dizer que estou no futuro. Já me acostumei com as cinco horas a mais daqui. Às vezes a gente perde um pouco a noção de tempo, mas da janela do albergue onde ficamos há relógio que nos ajuda a acurar essa noção. A cada 15 minutos seus sinos tocam! Qual é a sacada de um relógio dar badaladas a cada 15 minutos? Eu não contei quantas são, mas não são uma ou duas. E quando é hora cheia, parece meio-dia de domingo! Eles devem trocar esses sinos mensalmente por desgaste.

Esse relógio toca os sinos a cada 15 minutos!

Ainda bem que não tinha nenhum sino durante o voo, porque ficar 12 horas dentro do avião não é lá muito empolgante. Voar não me dá frio na barriga, mas a ansiedade de chegar aqui era muito grande. Eu confesso que tinha receio se teríamos algum problema na aduana. Não havia nenhum motivo para barrarem um bom menino como eu (segundo minha mãe)... Sei lá, quando você planeja algo por tanto tempo, muitas coisas passam pela sua cabeça. Mas o fato é que, para mim, foi tranquilíssimo: não me perguntaram nada! Por outro lado, fizeram algumas perguntas para nossa amiga Simone. Sabe como é: nessa onda de "damas primeiro", a deixamos na frente da fila da aduana ;-) Perguntaram várias coisas a ela. É sua primeira vez aqui? Trabalho ou passeio? Quais pontos turísticos você pretende visitar? Pô, nessa pergunta eu teria comprometido nossa viagem, pois a primeira coisa que me veio à cabeça foi o Sex Musuem... Depois de alguns instantes me lembrei da casa da Anne Frank, mas poderia ter sido tarde demais. Enfim, depois dessa entrevista, a mulher perguntou: "Eles estão com você?... Ah, então manda todo mundo chegar junto" (não foram com essas palavras, claro). Sucesso!


Do aeroporto pegamos um trem para a estação central, de onde o albergue fica próximo. Enquanto aguardávamos a recepcionista fazer o check-in, conversamos com um brasileiro que estava ao nosso lado. A propósito, não apenas tem muitos brasileiros por aqui: tem gente de tudo quanto é lugar! Italianos, por exemplo, eu vi tantos que fico me perguntando: quem vamos encontrar na Itália?

Após o check-in, demos uma volta pelas redondezas. Compramos umas fritas com salsicha e molho servidas dentro de uma caixinha (parece comum por aqui - eles chamam de patat) e nos sentamos no Nationaal Monument para comer. Depois de uma caminhada e diversas fotos, por volta das 20h, ainda com sol (que brilhou até mais-ou-menos 21h), paramos pra tomar uma breja: Amstel, por €5. Como não estamos esbanjando dinheiro, em seguida, fomos ao mercado fazer umas compras. Voltamos para o albergue e fizemos um lanche. Mal acabei de comer, deitei-me para tirar uma soneca, a qual durou até a manhã do dia seguinte.

Nationaal Monument

Nationaal Monument

E o dia seguinte começou com um bom café-da-manhã, servido no bar do albergue. É interessante você tomar um café-da-manhã num lugar que parece um pub, com meia-luz, mesa de bilhar e rock 'n roll de fundo musical). Ao contrário do desjejum, o clima não foi lá tão bom, pois amanheceu nublado e um pouquinho frio. Mas isso não atrapalhou nosso passeio pela cidade. Pegamos um bonde em direção ao Heineken Experience. Também tínhamos a intenção de visitar o Museu Van Goch, mas a fila nos fez mudar os planos. Aproveitamos para tirar umas fotos no Museumplein, no famoso letreiro escrito "I amsterdam" (parece que há mais de um desses). Em seguida, fomos para o Heineken Experience. A cervejaria tem um passeio mais-ou-menos auto-guiado: há setas dizendo para onde você deve ir e, em alguns pontos, há guias (reais ou virtuais) contando alguma história ou servindo uma Heineken.

Café-da-manhã no albergue

Museumplein

Heineken Experience

Heineken Experience

Saímos de lá e procuramos algo para comer: paramos num pub irlandês bem próximo. Enquanto beliscávamos uns petiscos num pub irlandês, começou a chover. Pretendíamos ir na casa da Anne Frank: para chegar lá de bonde tínhamos de fazer uma baldeação. Compramos um bilhete que tinha validade de uma hora. Uma dica para vocês, amiguinhos: nunca se esqueçam de validar esse bilhete na saída do bonde. Do contrário, terão de comprar outro bilhete.

Quando chegamos no ponto próximo à casa da Anne Frank, bem molhadinhos, com a chuva ainda rolando e com pouco tempo antes de encerrar o horário de visitação, pensamos que seria mais legal voltarmos para o albergue, tomar um banho quente e comer alguma coisa. Simone e Daniel compraram um guardachuva, mas Ronald e eu resolvemos caminhar na chuva mesmo e guardar a grana para um pre rolled reefer ;-)

"Purple Haze"

À noite, comemos um kebab limpinho perto do albergue (até agora eu passo bem) e demos uma volta pelo famoso e, noite após noite, aclamado Red Light District! Não há nada de inédito que eu possa dizer a respeito que já não tenha sido dito: as meninas ficam nas vitrines exibindo seus melhores produtos, dispostas a atender bem para atender sempre! Algumas ruas são bem estreitas (não cabem carros e, em algumas, não há bicicletas circulando), o que torna o lance muito mais intimista: quase que aconchegante. Ronald e eu demos um rolê por uma que era sem saída e só percebemos quando chegamos a poucos metros do fim. Mas antes de voltarmos, entramos numa casa cheia de corredores, portas e meninas, a La Vie en Rose.

Red Light District

Nossa segunda noite em Amsterdam ainda não tinha acabado. Ao lado do nosso albergue, também sob a insígnia do Bulldog, há um coffeeshop; e é óbvio que eu não sairia de Amsterdam sem experimentar um . Sucesso!

Com um pouco de dor-de-cabeça, acordei no terceiro dia com os raios do sol atravessando a janela do quarto. Descobri que apenas eu não tinha me levantado: talvez o burburinho dos outros três tenham me acordado e não a claridade. De qualquer maneira, eu tinha de sair da cama e tratei de fazê-lo rapidamente. Afinal, até no máximo às 11h (e nem um minuto mais) tínhamos de fazer o check-out. Missão cumprida! Saímos para comprar uns postais e mais alguns souvenirs antes de nos dirigirmos para a estação central. Lá, validamos nossos bilhetes e pegamos o trem para Hannover.

Centraal Station

Amsterdam: checked!

PS. Tem mais fotos no Picasa.

Aqui vai uma apresentação do albergue onde ficamos. Está dividida em duas partes.



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